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O que é Burnout e como esse problema pode afetar a sua empresa

  • há 5 dias
  • 2 min de leitura

Para começar, o que é Burnout?

O Burnout foi descrito pela primeira vez, na década de 70, pelo psicólogo Herbert Freudenberger que começou a perceber e a estudar o fenômeno em pacientes e profissionais da área da saúde. Os estudos foram realizados a partir da observação do esgotamento causado exclusivamente pelo trabalho.


O termo, com origem na língua inglesa, poderia ser definido como “queimar-se por completo” ao pé da letra. Hoje, contudo, a expressão pode ser traduzida como “esgotamento”.


1 – O Burnout é uma síndrome

Ou seja, um conjunto de sintomas tanto físicos como comportamentais.


2 – O Burnout é o estresse crônico associado ao local de trabalho

Ou seja, ele precisa ser compreendido como um fenômeno ocupacional.


3 – O Burnout é uma condição de estresse por um longo período que não foi gerenciado com sucesso.

Ao abordar o termo “gerenciamento”, somos apresentados a uma pista importante: a possibilidade de identificar os fatores estressores no ambiente de trabalho e buscar minimizá-los atuando de forma preventiva.


Como identificar a Síndrome de Burnout?

O diagnóstico da síndrome de Burnout só poderá ser realizado por um profissional especialista em saúde mental. Contudo, ter uma descrição de sinais e sintomas pode nos ajudar a perceber os indícios no dia a dia.


Atualmente, a maior referência sobre o assunto são os estudos da professora de psicologia da Universidade da Califórnia Cristina Maslach. Foram eles que embasaram a revisão da CID-11 e a caracterização do Burnout como doença ocupacional.


1. Exaustão física e emocional

Fadiga crônica, insônia, cognição prejudicada, sintomas físicos (dor no peito, respiração acelerada, dor de cabeça e infecções), ansiedade, depressão e raiva.


2. Comportamental/Despersonalização

Agressividade, irritabilidade, impaciência, perda de ânimo, pessimismo, isolamento e resistência ao socializar, distanciamento e esquiva, sentimento de “desconexão das pessoas e ambiente”.


3. Ineficácia e falta de realização

Apatia, impotência, falta de esperança, produtividade reduzida e diminuição da performance, sentimento de que nada dá certo, dificuldade para realizar as coisas.


Como as empresas podem atuar preventivamente?

Apesar de não existir uma receita exata para evitar o Burnout, é possível percorrer caminhos que têm se mostrado muito promissores na prevenção dessa Síndrome. Ou seja, prevenir é a solução!


Para isso, é preciso entender que a prevenção passa sobretudo pela construção de ambientes de trabalho mais seguros e saudáveis, do ponto de vista físico e psicológico.


1. Capacitação das lideranças: a liderança é um dos agentes mais importantes na promoção da saúde mental, mas exige uma boa capacitação e instrumentalização. Dessa forma, qualifica-se cada vez mais os relacionamentos e se cria um poderoso canal de escuta e acolhimento do seu time.


2. Gestão da saúde e qualidade de vida: incentivo para o cuidado com a saúde física, alimentação, qualidade do sono, pausas e descanso. Cuidado com a saúde preventiva!


3. Gestão e organização do trabalho: é preciso saber gerenciar a sobrecarga, condições e recursos, jornadas de trabalho adequadas, metas possíveis, entre outros.


Cuidar das pessoas e da construção de ambientes de trabalho seguros e saudáveis é cuidar da sustentabilidade do negócio!


Fonte: SesiSaude

 
 
 

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